É incrível como a nossa categoria é acomodada quando o problema afeta diretamente a nossa classe. Publiquei aqui no blog, no Dia do Jornalista, sobre as manifestações que deveriam acontecer, em diversas capitais do país, em defesa do diploma.
Essas manifestações tiveram pouquíssimas ou quase nenhuma repercussão. A manifestação dos professores da rede particular de ensino de Belo Horizonte teve mais presença na mídia do que o movimento dos jornalistas marcado para ocorrer em todo o país.
Agora, além da Prefeitura de Cabedelo, na Paraíba, o Conselho Federal de Farmácia abriu concurso para jornalista e aceita inscrição de candidatos que não possuem graduação em jornalismo. Será possível que os gestores ainda não se deram conta da importância da comunicação nas organizações, sejam elas públicas ou privadas? Será que esses administradores não percebem que a comunicação hoje faz parte da estratégia e contribui para o sucesso ou decadência de uma organização?
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terça-feira, 13 de abril de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Jingle como elemento de fixação da marca
O portal Uai publicou no domingo, 21 de março, uma matéria com o título Antigos jingles que marcaram época garantem sucesso de marcas. A matéria aborda a eficácia dos jingles que, muitas vezes, sobrevive aos produtos anunciados. A informação é mais do que verdadeira. Quem não se lembra de algum jingle veiculado em uma publicidade no rádio ou na TV?
Concordo com o produtor musical Alexandre Martins, proprietário do estúdio REC, entrevistado pela autora da matéria, Sandra Kiefer, que atualmente "os jingles não estão em um bom momento”. Fiquei tentando me lembrar de um jingle veiculado nos últimos tempos e não consegui. Só me vieram à cabeça os memoráveis: “24.5000. Drogatel Araújo”; “Crê cremo cremo Cremogema é a coisa mais gostosa deste mundo...”; “Dai-me um Cornetto, es piu cremoso...”; “Chevrolet é com Motorauto”. Outros merecem destaque, como o das Duchas Corona: “Apanhe o sabonete, pego uma canção e vou cantando sorridente. Duchas Corona um banho de alegria num mundo de agua quente!”. E o da USTop, que virou um emblema da geração dos anos 70: “Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada, que você pode usar do jeito que quiser...”.
O contrário também acontece. Algumas publicidades imortalizam canções, como a dos cigarros Hollywood com a música de Peter Frampton, Breaking All The Rules. Outro exemplo é o anúncio da Faber Castell, com a música de Toquinho, Aquarela.
Navegando pela internet encontrei o site do radialista Fábio Pirajá, que traz vários desses jingles e outros mais. Vale a pena conferir. O endereço é http://www.locutor.info/audioJingles.html
Concordo com o produtor musical Alexandre Martins, proprietário do estúdio REC, entrevistado pela autora da matéria, Sandra Kiefer, que atualmente "os jingles não estão em um bom momento”. Fiquei tentando me lembrar de um jingle veiculado nos últimos tempos e não consegui. Só me vieram à cabeça os memoráveis: “24.5000. Drogatel Araújo”; “Crê cremo cremo Cremogema é a coisa mais gostosa deste mundo...”; “Dai-me um Cornetto, es piu cremoso...”; “Chevrolet é com Motorauto”. Outros merecem destaque, como o das Duchas Corona: “Apanhe o sabonete, pego uma canção e vou cantando sorridente. Duchas Corona um banho de alegria num mundo de agua quente!”. E o da USTop, que virou um emblema da geração dos anos 70: “Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada, que você pode usar do jeito que quiser...”.
O contrário também acontece. Algumas publicidades imortalizam canções, como a dos cigarros Hollywood com a música de Peter Frampton, Breaking All The Rules. Outro exemplo é o anúncio da Faber Castell, com a música de Toquinho, Aquarela.
Navegando pela internet encontrei o site do radialista Fábio Pirajá, que traz vários desses jingles e outros mais. Vale a pena conferir. O endereço é http://www.locutor.info/audioJingles.html
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